quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Falando de coisas boas

Fiquei DEFINITIVAMENTE viciado em The Big Bang Theory.

Consegui vencer o preconceito que ainda tenho de risadas gravadas após cada piada (e isso foi BEM difícil), para começar a aproveitar uma série que é completamente genial.
Diversão garantida para todos os níveis de conhecimento científico.
(ainda não chega aos pés do Guia do Mochileiro das Galáxias, mas está no caminho)

Arruda dá sorte?

Essa história do governador do DF José Roberto Arruda tem rendido bastante no noticiário, e espero eu que renda mesmo.
No começo desse ano me filiei ao DEM com pretensões a me candidatar pelo menos a vereador em 2012.
Escolhi o DEM pois é o partido que tem feito a oposição mais consciente a esse governo que até então era apenas patético, porém a cada dia fica mais perigoso, negligenciando ou grosseiramente trocando os pés pelas mãos na política macroeconômica.
Sobre o caso, a executiva nacional do partido enviou o seguinte e-mail para os filiados:



Lê-se:

Democratas age com seriedade

Prezado amigo filiado,

Prezada amiga filiada,

A respeito das graves denúncias relacionadas ao governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, o Democratas informa que, em reunião extraordinária da Executiva Nacional, ocorrida ontem, o partido decidiu instaurar um processo disciplinar com pedido de expulsão do governador, segundo prevê o nosso Estatuto e os princípios democráticos de Direito.

A decisão da Executiva foi a de conceder ao governador o direito de apresentar em 8 dias a sua defesa. A Comissão Executiva designou o nosso ex-deputado, que também exerceu o cargo de primeiro vice-presidente da Câmara, José Thomaz Nonô para ser o relator do processo, que será votado por toda a Executiva na próxima quinta-feira, 10 de dezembro, impreterivelmente.

O Democratas não se omitiu e tomará as devidas providências. Estou certo de que o nosso partido, ao enfrentar essa crise, sairá mais fortalecido do que antes. É importante que o nosso filiado confie que o Democratas é diferente e que vai agir como nenhum outro partido fez até hoje.

Como presidente nacional, tenho a convicção de que por agir dessa maneira, o Democratas continuará merecendo o respeito e a confiança de nossos eleitores, filiados e de toda a sociedade brasileira.

Um forte abraço,

Rodrigo Maia



Minha resposta (posto aqui pois tenho certeza que seu destinatário jamais lerá)

Boa noite,

eu, na qualidade de filiado ao partido e de quem almeja uma futura vaga de candidato a vereador por SP, realmente gostaria de ficar tranquilo com a escolha do Partido Democratas como agremiação a representar minhas idéias e anseios políticos no Brasil.

Admiro a posição da executiva do partido e acredito na retidão de suas decisões, por isso mesmo ficaria extremamente desapontado e acabaria por pensar seriamente em desfiliação se, por ventura a defesa desse Sr. Arruda mostrar-se "convincente" e de alguma forma ele acabar ficando no partido.

Todos nós vimos as imagens e sabemos se tratar exatamente das práticas que mais execramos nos partidos da base aliada ao atual governo. E execramos com a mesma veemência quando esses partidos acobertam seus quadros mais corruptos e abrigam o que há de pior na vida pública.

"Nosso" querido Presidente da República, num ato de "esperteza" política declarou que as imagens "Não falam por si". Eu digo que, se ele realmente acredita na inocência desse senhor, que, por favor, formalize um convite para que ele se filie ao PT ou PMDB, pois esses são os partidos de gente como ele e os mensaleiros, aloprados e afins.

Um grande abraço,

Thiago Gimenes
São Paulo – SP

Voltei...

Depois de muito tempo abandonado, resolvi tirar a poeira desse espacinho, principalmente agora, que tenho uma seguidora e sei que alguém lê esse negócio (não sei quanto tempo a Lara vai aguentar me seguir..rs)

terça-feira, 26 de maio de 2009

Eu Quero uma Casa no Campo...

Semana passada perdemos Zé Rodrix, um sujeito um tanto obscuro para a maiorira mas que pode ter a importância de suas idéias e convicções mostrados em sua declaração justificando porque abandonaria o projeto de um musical sobre a vida de Jim Morrison, apenas por isso já mereceria respeito e reverência, se não fosse também um fantástico músico e compositor, principalmente ao lado de Sá e Guarabira.

Segue a íntegra da nota sobre o musical:

“Acabo de descobrir exatamente nos detalhes desta notícia que não vou mais participar do projeto. Vocês conhecem a minha opinião sobre Renúncia Fiscal e Leis de Incentivo. Enquanto isto era um empreendimento privado, no máximo com os patrocínios e os apoios diretos de empresas que se associariam ao empreendimento, eu estava dentro. Infelizmente, ao entrar na jogada da Lei Rouanet, MiniCul etc., ele se torna impossível para mim.

Não acredito que o dinheiro de TODOS deva servir para patrocinar a aventura pessoal de ALGUNS, e, quando isto se configura, eu saio fora. Investimento deve ser feito com dinheiro real que não prejudique o essencial do país. Impostos devem ter fim específico, e os sustento da arte não é, a meu ver, uma destas essencialidades. Sempre fui um artista que não se privilegiou de nenhum tipo de ligação com estados e governos, em nome de minha própria liberdade. Assim sendo, há que haver em mim algum respeito pelas coisas em que eu acredito. Se entrar nisto, estarei negando tudo que é a minha maneira de ser, pensar e agir. No Brasil de hoje, precisamos de investidores conscientes, e não, segundo minha maneira de ver a realidade, de utilizar de maneira equivocada o dinheiro público.”

Acho que não carece de falar mais nada né?

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Carta Aberta à Oprah

Carta publicada no blog I was lost but now I live here
sobre a grita anti-vacinação que tem tomado corpo nos Estados Unidos (e espero que continue por lá):

Segue a íntegra da carta. Se você quiser ler no original, clique aqui.

Dear Oprah,

I have to confess, I have never watched more than a few minutes of your show. Probably not the best way to start a letter to you, but I want to be honest. And the truth is, I think you’re making a terrible mistake.

Last weekend, I spent more time listening to and watching you than in the rest of my life combined. My family and I were sitting in the Duke stadium, looking down on the thousands of giddy graduates (including my older brother), the esteemed faculty in their rainbow regalia, and the charming, if a bit over the top, fake castle festooned with flags representing the different academic schools. I had no idea you were the commencement speaker until the student speaker, Robert Paul Jones, pretended to get a cell phone call from Parking & Transportation services about your limo double-parked in front of the chapel.

Having only seen you in short commercial clips and on the cover of your magazine, I wasn’t sure what to expect from your speech. I was pleasantly surprised. You were warm and funny, your voice clear and yet dressed with feeling, and I am sure you meant every word. Over the course of those 20 or 30 minutes, I developed a great respect for you as a talented speaker.

But I couldn’t leave the stadium wholly inspired by you, as I’m sure many others did. To me, it is clear that a significant number of people look up to you, and trust your advice and judgment. That is why it is such a huge mistake for you to endorse Jenny McCarthy with her own show on your network.

Surely you must realize that McCarthy is neither a medical professional nor a scientist. And yet she acts as a spokesperson for the anti-vaccination movement, a movement that directly impacts people’s health. Claims that vaccines are unsafe and cause autism have been refuted time after time, but their allure persists in part because of high-profile champions for ignorance like McCarthy. In fact, ten of the thirteen authors of the paper that sparked the modern anti-vaccination movement retracted the explosive conclusions they made due to insufficient evidence. Furthermore, it is now clear that the study’s main author, Andrew Wakefield, falsified data to support these shaky conclusions.

We have come close to eradicating life-threatening and crippling illnesses because of vaccines, but are now struggling to prevent outbreaks because of parents’ philosophical beliefs that vaccines are harmful. Realize this: when someone chooses not to vaccinate their child, they aren’t just putting their own child at risk, they are putting everyone else around them at risk. Diseases with vaccines should normally be of little concern even to unprotected individuals due to herd immunity – with the majority of the population immune, unprotected individuals are less likely to come into contact with the pathogen. Unfortunately, herd immunity disintegrates as fewer people are vaccinated, putting everyone who hasn’t yet been vaccinated at greater risk for infection. Now, the rates of infection by diseases for which we have safe and effective vaccines are climbing, thanks to anti-vaccination activists like Jenny McCarthy.

You reach millions of people everyday and your words and endorsements carry an incredible amount of weight. If you say to buy a certain book, people will buy it. If you do a segment on a certain charity, people will contribute. And if you say that what Jenny McCarthy is saying has merit, people will believe you.

As your speech drew to a close on Sunday, you mentioned that you still make difficult decisions from time to time. You told us about a show where you had the exclusive first interview with the author of a prominent book on the Columbine tragedy. Despite days of promos and confirmed broadcast schedules, you decided to cancel the show at the last minute because it had a negative energy, and you didn’t want to be responsible for sending that dark energy out into the world. You didn’t want to be responsible for someone seeing that show, feeling that dark energy, and going out to commit another Columbine. You said that you followed your gut to make the right decision.

Maybe your gut is being silent on this one, so let me speak up on its behalf. You have another decision to make. Pull your support from Jenny McCarthy and her platform of anti-vaccination. Because while the Columbine segment raised the specter of potential future tragedy, anti-vaccination propaganda is causing more and more people – mostly children – to fall sick and die from preventable illness as I write this. Jenny McCarthy could be considered responsible for a significant number of these; you can imagine what might happen if you give her influence over your audience of millions.

So Oprah, I hope you take my letter, and the well-intentioned if sometimes harsh criticisms from many others in the blogosphere, to heart. Because even though I still don’t watch your show, others do, and they listen to you. Probably not the best way to end a letter to you, but I want to be honest.

Yours turly,

Shirley

P.S. My dad – for whom English is his second language – calls you “Op-er-a.” Isn’t that cute?




Desculpem pela falta de tradução. Se eu tiver algum tempo, publico uma versão em português.

Se você tem um blog, ou twitter ou qualquer coisa do tipo, por favor espalhe isso. É importante que a mensagem chegue antes das doenças que haviam sido erradicadas há anos e agora estão voltando por conta da ignorância de pessoas do dito "primeiro mundo".

Dica de Phil Plait, do blog Bad Astronomy

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Coming soon

Ele nasceu em uma sexta-feira 13

Ele tem 4 olhos e 2 pés que tocam o chão
(os outros 2 não tocam)

Ele tem um degradé no meio do corpo

Ele vai dominar o Mundo!

Vem aí JITASAHON!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Olha a Banda KY!

Será que finalmente eles vão nos dar paz?
1 milhão de dólar é grana suficiente pra esses caras sumirem do mapa né não?

Mas acho que a hora que descobrirem que Joelma pegou fogo, eles perdem o prêmio.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Quick Bobage

Sou assim pq não fiz faculdade mental!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Ânus Internacional da Ignorância

Em contrapartida às comemorações do Ano Internacional da Astronomia, nosso querido Senador DELCÍDIO AMARAL DO PT DA PQP (lembrem do nome desse imbecíl nas próximas eleições), propôs um corte no orçamento (já ridículo) destinado às Ciências e Tecnologia em 2009. Tudo isso passaria como uma medida de austeridade em tempos de crise, se o idiota não estivesse cortando o futuro do país.

Poderia elencar aqui algumas medidas efetivamente austeras num tempo de crise, e com certeza alguma delas seria AUMENTAR o orçamento para Educação, Ciências e Tecnologia, e outras, com certeza teriam a ver com fechar torneiras de custeio, corrupção e nepotismo, mas parece que nosso querido filho da puta Senador não vê lá muito sentido em um país "gastar" com produção científica. É ridículo.

Ouça o comentário de Sérgio Abranches, na CBN em 22 do hoje de 2009.

CoolCosmos

Uma série de anúncios foi encomendada pela Universidade de Toronto para comemorar o Ano Internacional da Astronomia.
Clique para ver sem cortes:







Dica do BadAstronomy