sábado, 31 de dezembro de 2011

Hero

Quando eu era uma pequena criança, sonhava em ser super-herói (e quem não sonhava?).

Pedia para minha mãe fazer luvas, capas. 
Me imaginava calçando botas de cano alto e armaduras intransponíveis.

Saindo de casa todo dia, voando como o vento com uma única missão: salvar vidas (principalmente da mocinha, que sempre era a mais linda) e ser o herói do dia.

Hoje eu me dei conta, enquanto calçava minhas botas e afivelava o capacete, que realizei e realizo meu sonho de infância todo dia. Que coloco sim minha armadura, minhas luvas e botas de cano alto, e saio, como o vento.


E quando chego em casa, à noite, com um sorriso por baixo do capacete me dou conta que salvei sim uma vida e a salvo todo dia:

a minha própria.

Só está faltando a mocinha… mas aí é outra história.

5 comentários:

renata zê disse...

Que bonito.
Tão bom se apaixonar por coisas novas. Isso sim é salvar a própria vida.
Desse jeito, a mocinha jajá aparece na sua história!

ThiGimenes disse...

ahha... tomara, Rê, mas mesmo sem mocinha, minha vida está bem salva mesmo.

Paula Bossi disse...

~ we can be heroes, just for one day.

http://www.youtube.com/watch?v=Tgcc5V9Hu3g&ob=av2e

Bi@ disse...

texto adorável! a mocinha vem quando menos se espera. E as melhores são aquelas que não precisam ser salvas, fica a dica ;-)

ThiGimenes disse...

Taí uma grande verdade. Um viva às mocinhas auto-suficientes!